Tudo depois de hoje é lucro.
“Considere a vida que você viveu até agora como encerrada e, como um morto, veja o que restou como um bônus e viva-o de acordo com a natureza. Ame as cartas que o destino lhe deu e jogue-as como se fossem suas, pois o que poderia ser mais apropriado?”
— Marco Aurélio, Meditações, 7.56–57
Se sua vida terminasse hoje, você ficaria satisfeito com o rumo que as coisas tomaram? Você fez o suficiente? Aprendeu o suficiente? Amou o suficiente? Às vezes, caímos na armadilha de pensar muito no futuro. (Compreensivelmente) planejamos a aposentadoria, executamos planos de cinco anos e, às vezes, procrastinamos, presumindo que o amanhã nos é garantido.
A questão é que, se você está lendo isto, você foi abençoado com mais um dia. Ninguém sabe quantos mais você terá, mas de qualquer forma, você pode aproveitá-los ao máximo.
Se estamos insatisfeitos com nossas vidas, cada dia é uma nova oportunidade para fazer o certo.
Temos um medo irracional de reconhecer nossa própria mortalidade. Evitamos pensar nisso porque achamos que será deprimente. Na verdade, refletir sobre a mortalidade muitas vezes tem o efeito oposto — nos revigora em vez de nos entristecer. Por quê? Porque nos dá clareza. Se de repente lhe dissessem que você só tem uma semana de vida, que mudanças faria? Se você morresse, mas fosse reanimado, quão diferente seria sua perspectiva?